Arquivo de fevereiro de 2010

Confira 7 tendências de inverno mostradas em Nova York

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

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Stefanie Archilli

Os desfiles de Nova York terminaram no dia 19 de fevereiro e já começam os de Londres. As passarelas americanas mostraram alguns caminhos que a moda de inverno 2010/2011 deve tomar.

Mais pé no chão - apesar de saltos altíssimos -, mas com uma intenção de mostrar que o luxo agora não está na exuberância, mas no conceito, nos detalhes, nas formas de usar, na escolha das peças bem acabadas, nos tecidos sofisticados, que podem ter aspecto rústico ou muito brilho.
Não há novidades que saltam aos olhos, mas dá para anotar o que mais os estilistas mostraram. O site Terra listou sete tendências para você começar a preparar o guarda-roupa de inverno, mesmo que por aqui nossos termômetros ainda beirem os 40ºC.

1) Cores - Se você está cansada de ver cinza e preto no inverno, acostume-se mais um pouco: a maioria dos desfiles nos Estados Unidos trouxe essas cores, junto com beges, off-white, marrons e verdes. Mas a cartela inclui também tons mais vivos, como avermelhados, azuis e amarelos.

2) Pele - Verdadeiras ou falsas, as peles estão mais do que na moda. Por aqui, os estilistas brasileiros já haviam colocado em algumas peças, mas em Nova York, quase todos desfilaram. Vêm aplicadas tanto em barras e mangas, algumas dando volumes aos ombros, como também em peças inteiras (leia-se principalmente casacos e casaquetos). Surgem ainda em jaquetas, coletes saias, bolsas e até em sapatos. Com certeza, nosso frio não é tão intenso para tanto.

3) Casacos - São as peças-chaves da estação, desde os trench-coats, inspirados no militarismo (tendência já mostrada nos desfiles daqui) aos de linha A, passando pelos que lembram blazeres masculinos. Jaquetas justas ou mais largas, com capuz, e casacos retos e curtos também têm vez. Modelos bem curtos e pelerines também estão presentes. Todos aparecem nos mais variados tecidos: tricôs, tecidos de lã, como tweed, e veludo, muito veludo.

4) Vestidos - São peças importantíssimas, mesmo no inverno. Os curtos, usados com leggings, meias ou botas altíssimas, apareceram em praticamente todas as passarelas. Mas além dos curtos, há os que na altura dos joelhos e, claro, os longos, para os tapetes vermelhos e festas em geral. Em todos, entram o minucioso trabalho de construção, criando drapeados, babados e formas não tradicionais. Ou apenas linhas simples, aparentemente fáceis, mas com rigor que beira a alta-costura. Mistura de cores e de tecidos também vai bem. Na modelagem, desde os mais justos aos mais fluidos, além daqueles que dão ênfase aos ombros ou com certo volume nos quadris, e os meios godês ou franzidos. Neste item, entram as saias também, bastante vistas nas passarelas.

5) Calças - Aqui a variedade é grande. Desde as do tipo skinny, passando pelas retas clássicas, com cuidadoso trabalho de alfaiataria, até chegar às de montaria, algumas com também ênfase nos quadris. Os comprimentos podem ser um pouco mais curtos, para combinar com botinhas. E bermudas entram no vestuário de inverno, para serem usadas com meias grossas.

6) Texturas - Sobreposições de peças, mistura de estampas e de tecidos, que às vezes vêm com relevos ou trabalhados de forma artesanal, como lãs felpudas, tricôs e crochês, além de aplicações pontuais ou em peças inteiras, fazem das coleções de inverno um mix de texturas. Isso dá às roupas um ar de brechó moderno, como se a pessoa não pensasse muito antes de escolher o look. Por vezes, a lembrança vem do grunge, agora com uma pegada de luxo casual.

7) Estampas - No inverno não faltam xadrez. Pois bem, os mais clássicos estão nas passarelas, mas a geometria composta por faixas de tecidos de cores diferentes e cortes assimétricos marcaram várias coleções, assim como floridos, que lembram um pouco o estilo bohemian chic, e desenhos abstratos.

Matéria extraída do site FashionMag.com de 22 de fevereiro de 2010

Philip Lim

Philip Lim

Alexandre Herchcovitch

Alexandre Herchcovitch

Carlos Miele

Carlos Miele

L’Oréal projeta ter um bilhão de novos clientes na próxima década

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

 

 

Stefanie Archilli

A líder mundial de cosméticos L´Oréal pretende “procurar, seduzir e fidelizar um bilhão de novos consumidores nos próximos 10 anos”, principalmente nos mercados emergentes, declarou o diretor geral do Grupo, Jean-Paul Agon.

“Esta conquista vai ser uma nova etapa para a aventura da L´Oréal. É também uma formidável oportunidade de negócios para acelerar o nosso crescimento e os nossos resultados”, assegurou M. Agon, que se pronunciou no dia seguinte à publicação dos resultados anuais em baixa.
Enquanto as vendas do Grupo caíram em 2009 nos mercados considerados maduros, houve um forte crescimento nos mercados emergentes, de onde deve vir a maior parte deste um bilhão de consumidores, de acordo com o Agon.
“Esta dissociação entre um crescimento espetacular em novos mercados e este resultado na Europa Ocidental e na América do Norte confirma a mudança gradual do segmento de cosméticos para novos mercados”, avaliou.

 
A participação destes países nas vendas dos cosméticos do Grupo passou de 8% em 1990 para 33,3% em 2009, e deve chegar a 36% em 2010, e “mais de 50%” em 2020, de acordo com Agon.
“Eu estou convencido que nós estamos no limiar de uma nova fase de expansão da L´Oréal”, afirmou, comparando o período atual ao anterior à queda do Muro de Berlim e à abertura de novos mercados do Grupo.
Para alcançar este objetivo, o Grupo deve contar com “um catálogo de marcas, super diversificado e super atrativo para responder a todos os desejos e necessidades dos seus clientes”, estimou, informando que a L´Oréal se beneficiou da ausência de grandes concorrentes locais para conquistar o mercado destes países.
“O nosso objetivo é o de consolidar o nosso crescimento de forma modesta, mas perene nos países da Europa e da América do Norte; em paralelo, queremos investir em um crescimento forte e durável nos novos mercados”, acrescentou. Neste sentido, Agon também afirmou que o Grupo continuava “aberto” às possibilidades de aquisição.

Na semana passada, a L´Oréal apresentou um lucro líquido de 1,9 bilhão de euros (cerca de 5 bilhões de reais), o que representa uma queda de 3,2%.

Matéria extraída do FashionMag.com de 17 de fevereiro de 2010

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Carnaval: vá de máscara!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

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Stefanie Archilli

Produzidas pelas próprias mãos ou por um estilista renomado, as máscaras são uma ótima opção para o figurino carnavalesco. Por menos de R$10 ou mais de R$1 mil pode-se confeccionar o adereço da forma que mais combina com a personalidade e o bolso do folião.
Segundo o estilista, Edson Eddel, nos últimos anos o adereço foi deixado um pouco de lado, porém é promessa para esse ano. “As máscaras são sempre um diferencial, tanto para quem quer ousar nos bailes de clubes quanto para quem quer brincar nas ruas”, diz.
Para as fantasias, fica como complemento, mas o estilista ainda explica que há a possibilidade de usá-las com roupas mais confortáveis, como shorts e blusas soltas ou também podem compor o figurino com peças de tecidos com brilhos, para aqueles que gostam de uma produção.
O interessante deste adereço é que foi feito tanto para homens quanto mulheres, em todas as idades. “O divertido é brincar com as cores e formas. As crianças, por exemplo, adoram as máscaras de personagens de desenhos animados, já os adultos preferem as mais clássicas”, conta.
Para aqueles que querem ousar nos bailes, o estilista e colecionador de máscaras, Edson Eddel, sugere as peças decoradas com cristais Swarovski, que custam em média R$ 50. Porém, a sua preferida não está ao alcance de qualquer um. A peça Fantasma da Ópera, elaborada toda em metal nobre, 24 quilates, não sai por menos de R$45 mil.
Matéria extraída do HiperFashion de 11 de fevereiro de 2010